quarta-feira, 18 de junho de 2008

Felicidade plena....

Isso existe?
Hoje, no trabalho meu chefe soltou uma metáfora muito poética - e até bonita - sobre a felicidade.
Para ele a felicidade é como uma bola no chão na frente de uma criança de um ano. Todas as vezes que a criança tenta pegar a bola, ela dá um chute....e a bola sai de perto.
Ele tem total razão.
Mas eu vejo essa bola não como a felicidade, mas como a felicidade plena.
Felicidade plena é uma coisa intangível. Você terá sempre um problema, uma questão, um porquê, uma dúvida, uma coisa que te aflige, mesmo que isso não seja pessoal....que não seja seu. Pode ser até um porém sobre a paz mundial, sobre a pena de morte, sobre o que você vai jantar, sobre o braço quebrado do vizinho, sobre o morador de rua que está congelando na frente do seu prédio, sei lá...qualquer pequena coisa serve como o pé da criança, que chuta a bola para longe.
Agora, eu já vejo, ao contrário do Dr., a felicidade como algo tangível. Como se a felicidade não fosse a bola, mas o sorriso que a criança vai soltar sempre que tiver que correr atrás da bola.
Isto porque, todas as pequenas coisas podem te deixar feliz. O sol, o ar, o vento, a chuva, uma bola, um chocolate, uma música, um sorriso, um abraço muito bem dado, uma nota boa, o final de um livro, mesmo o seu trabalho. Qualquer coisa pode nos deixar feliz.
Como diria minha mãe.......meu ideal é ser feliz.
E, se assim é, eu vou ser sempre a criança que corre atrás da bola, mas vou estar sempre sorrindo.
É como meu celular diz....já há 08 anos......sorria, mesmo quando triste.
XXX

terça-feira, 10 de junho de 2008

Não tem preço....

O que os homens brasileiros fazem não tem muita explicação lógico-racional, tem?
rsss
Poxa, é fato...o Brasil é o país das mulheres bonitas....em forma....arrumadas....saudáveis!
E São Paulo...bom, São Paulo é a pura concentração das mulheres mais arrumadas do país....e, além de arrumadas.....são inteligentes, competentes e trabalhadoras em extremo!
O que eles querem mais???
Eu sei o que eu queria mais!
Eu queria menos homens que olham nossas bundas, nossos peitos, nossa cintura, nossas coxas....e queria mais homens que sabem olhar os olhos, olhas as mãos, olhar os cabelos e, principalmente, que sabem nós olhar por dentro.
Nada muito pitoresco....nem anatômico....espiritualmente falando mesmo!
Eu gosto tanto de quem eu sou, das minhas idéias - mesmo que malucas - do meu jeitinho nada convencional, das minhas piadas sem graça, do meu perfeccionismo, da minha mania de cadernos e livros, enfim....do meu cérebro realmente e de quem eu sou!
Enfim!
Vamos a um resumo dos meus últimos quinze dias:
1) Olhadinha atravessada daquele cara que literalmente tropeça - e finge que não tropeçou - na Av. Paulista para checar a sua poupança = um pequena risadinha irônica, nada sarcástica!
2) Um "Ô delícia" do motoqueiro subindo a Min. Rocha = duas pequenas risadinhas irônicas e trinta mil palavrões....
3) Piscadinha relativamente cafageste de um menino bonito qualquer na Brigadeiro = piscada de volta interna e algumas várias e periódicas risadas sarcásticas - e não irônicas!
4) Homem, bem mais velho, que te pára na escadaria do trbalho para perguntar se ele tem uma chance = um "ele é louco, né?" aliado a uma gostosa gargalhada sarcástica!
5) Diversos elogios seguidos de um abraço realmente sincero = um suspiro de relativa satisfação e uma pequena risada sarcástica!
6) Beijos com mordidinhas = muita irritação, mas uma longa risada sarcástica!
7) Aquele abraço, beijo, mãos dadas e todo o resto que sempre foi perfeito = não tem preço!
XXX